Sabe aquele filme que você me disse para
assistir? Aquele chamado Amizade Colorida. Eu assisti há algumas semanas, e
nele os amigos juram que não vão se gostar mas isso acaba sendo inevitável. Um
sabe tanto sobre o outro... Que eles acabam se gostando. Mas o carinha vacila, e
ela escuta ele falando que não gosta dela e tudo mais. Então ela se afasta. Ele
decide correr atrás dela e bem quando ele está indo atrás dela eu apaguei.
Faltavam tipo... cinco minutos de filme.
Não acredito em coincidências. Eu acredito em
destino. Acredito em propósitos maiores, em coisas grandes. Não dormi atoa, mas
sim porque preciso, eu preciso, decidir o que fazer. Não sei se eles acabaram
juntos, mas imagino que sim. Mas e nós?
Foram promessas, gritos no silencio,
piscadelas na escuridão. Foi como me entregar ao vento, já que, seus braços
nunca estavam aqui para me acolher.
Não contei quantos dias, nem quantas horas nem
quantos minutos... mal sei os meses...11 meses. Por onze meses eu me deixei
levar por suas palavras. Por onze meses eu corrigi milhares delas. Por onze
meses eu neguei, estar apaixonada por você. Há sete meses comecei a escrever
sobre você e nunca mais parei.
Só consigo escrever sobre corações quebrados e
esperanças dos impossíveis. E nunca mais parei de escrever sobre você, porque
desde Outubro, nunca mais, você parou de quebra-lo.
Parte de mim ainda nega. Um dia vi em um
seriado uma garota dizendo “Não que eu ainda goste dele, mas a facilidade com
que ele me esqueceu... Isto é, até ontem ele
dizia que me amava, agora nem olha mais para mim.”. É isso! Um garoto que dizia que me amava, que
nunca me abandonaria... porque sempre seria meu amigo. Você escolheu a melhor
hora para ir.
Meu pai quase morreu semana passada, está 70%
da minha vida dando errado, todos dizem que estou afim de você e meus problemas estão aparecendo de uma forma
inusitada pra mim.
Obrigado por nunca ter me abandonado,
sinceramente, você é tão mentiroso e horrível quanto todos os outros. Eu
realmente já estou acostumada a ser enganada.