E se sentiu tola. Você pode se perguntar o "Por quê?"... Então eu vou lhe dizer:
Mais uma vez ela sentiu algo diferente quando o viu, e manteve isso em todos os reencontros. Mais uma vez ela quis fazer diferente, mudar alguma coisa para ver se dava certo. Mais uma vez ela elevou seus olhos e deixou tudo o que tinha vivido para trás e imaginou um futuro ao lado desse desconhecido. Mais uma vez, ela tentou transmitir somente pelos olhos quantas borboletas voavam em seu estômago sempre que eles trocavam olhares.
Mais uma vez ela disse que não estava afim. Disse que não se apaixonaria. Disse que tantas coisas, que no fundo não passaram de mentiras. É verdade, ela tentou. Mas falhou. E agora sua nuvem está cheia de fotos dele criança que ela roubou do Facebook da sua mãe, ou teria sido da sua avó? Não importa. Da galeria para fotos, das fotos pro drive, do drive pro computador e logo ele está em todos os lugares.
O que realmente importa, é que ela apostou, de novo, todas as suas fichas num cara que ela nem sabia o nome é só descobriu depois de meses stalkeando entre os dois mil amigos do suposto amigo em comum. Achou o instagram, snapchat, descobriu o sobrenome, bairro, escola... E passou a verificar isso mensamente procurando atualizações.
Foi um dia de março, eu me lembro. Ou teria sido abril? Isso abril. Ela foi checar as informações, ver se tinha novas fotos e tudo mais, nada além do que qualquer pessoa podia ver - nada de solicitações de amizade ou coisa do tipo - e se deparou com o imprevisível: Relacionamento Sério. "Oi?" - ela exclamou com um tom de inconformidade e indagação com um toque de indignação e confusão.
Era o carinha que ela flertava. Naquele dia específico da semana, ela já sabia que iria encontra-lo, quando isso não acontecia era um buraco que ficava no seu dia. Trocavam olhares, como se dissessem palavras. Disfarçavam ideias e a intensidade de maneira tão desengonçada que todos chegavam a perceber. Mas ela achava engraçado o fato de terem dado as mãos, abraços e se olharem sempre mesmo sem nunca terem se falado.
Eu não vim aqui para te explicar, confundir, enganar ou mentir. Só queria dizer que, ela passou dois anos vendo olhos e enxergando uma vida em conjunto, mas agora já não pode imaginar seu nome com o sobrenome dele. Há outra garota cuidando daquele coração, uma garota que deveria cuidar também da visão.
Mais uma vez ela sentiu algo diferente quando o viu, e manteve isso em todos os reencontros. Mais uma vez ela quis fazer diferente, mudar alguma coisa para ver se dava certo. Mais uma vez ela elevou seus olhos e deixou tudo o que tinha vivido para trás e imaginou um futuro ao lado desse desconhecido. Mais uma vez, ela tentou transmitir somente pelos olhos quantas borboletas voavam em seu estômago sempre que eles trocavam olhares.
Mais uma vez ela disse que não estava afim. Disse que não se apaixonaria. Disse que tantas coisas, que no fundo não passaram de mentiras. É verdade, ela tentou. Mas falhou. E agora sua nuvem está cheia de fotos dele criança que ela roubou do Facebook da sua mãe, ou teria sido da sua avó? Não importa. Da galeria para fotos, das fotos pro drive, do drive pro computador e logo ele está em todos os lugares.
O que realmente importa, é que ela apostou, de novo, todas as suas fichas num cara que ela nem sabia o nome é só descobriu depois de meses stalkeando entre os dois mil amigos do suposto amigo em comum. Achou o instagram, snapchat, descobriu o sobrenome, bairro, escola... E passou a verificar isso mensamente procurando atualizações.
Foi um dia de março, eu me lembro. Ou teria sido abril? Isso abril. Ela foi checar as informações, ver se tinha novas fotos e tudo mais, nada além do que qualquer pessoa podia ver - nada de solicitações de amizade ou coisa do tipo - e se deparou com o imprevisível: Relacionamento Sério. "Oi?" - ela exclamou com um tom de inconformidade e indagação com um toque de indignação e confusão.
Era o carinha que ela flertava. Naquele dia específico da semana, ela já sabia que iria encontra-lo, quando isso não acontecia era um buraco que ficava no seu dia. Trocavam olhares, como se dissessem palavras. Disfarçavam ideias e a intensidade de maneira tão desengonçada que todos chegavam a perceber. Mas ela achava engraçado o fato de terem dado as mãos, abraços e se olharem sempre mesmo sem nunca terem se falado.
Eu não vim aqui para te explicar, confundir, enganar ou mentir. Só queria dizer que, ela passou dois anos vendo olhos e enxergando uma vida em conjunto, mas agora já não pode imaginar seu nome com o sobrenome dele. Há outra garota cuidando daquele coração, uma garota que deveria cuidar também da visão.
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